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Mostrando postagens de novembro 24, 2017

Onde uma manchete vale mais que a saúde mental de alguém.

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Assisti o documentário da Amy Winehouse. Nunca tinha lido sobre a vida dela, nem depois que ela faleceu. Quem não assistiu o documentário, assista. Vi no documentário como a infância é marcante. Os traumas que desenvolvemos quando crianças tem grande chance de serem levados conosco, em nossas bagagens, até a vida adulta. A criança com o temperamento dificil, depois de um trauma, pode se tornar uma bomba relógio. A separação dos pais após uma traição, que parece ter sido superado facilmente pelos filhos, na verdade não foi superado. Pra se rebelar, tatuagem, piercings e maconha. Só falta a liberdade. Pronto, saiu de casa, morando com as amigas. Amy sempre gostou de jazz e adorava cantar. Odiava a música da época em que vivia, onde nada era bonito como a música de antigamente. Foi descoberta. Assinou contrato com a gravadora, mas nunca quis ser famosa. Numa entrevista, antes de virar sucesso no mundo inteiro disse que não sabia se aguentaria a fama. Queria cantar para a...